sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

poema

há amores que são em vão,
a cabeça pensa e o sentimento percorre o corpo,
mas tudo o que te tem para dar, é a solidão.
há amores que nos dão tudo e
nós nada damos em troca,
depois há aqueles em que tudo damos de nós
e fecham-nos, literalmente, a porta.
há amores que nos embalam nos braços,
como um sol que nos aquece o rosto num dia gelado;
depois há amores que nos renegam
e os nossos braços ficam num movimento selado.
há amores que nos mostram a felicidade
num simples olhar de ternura e carinho,
mas amores que só nos trazem amargura e saudade,
mais vale não amar e seguir caminho...

2 comentários:

Maria Zélia Gomes disse...

Eu disse que vinha e vim!
Gostei deste teu poema mas há nele muita amargura, muita dor recalcada que tens que relevar!
Na vida nem tudo são mar de rosas e tu sabes que é mesmo assim ... não dês muita importância a coisas que podem não ser COISA NENHUMA!
Continua mas quero ler de ti poemas mais alegres, consonantes com a tua bonita idade!
Prometes?
Beijinhos da velhota amiga
Maria Zélia

samnio disse...

é mesmo assim, mas a verdade é que muitas vezes não sabemos ver o amor e compreendê-lo nos nossos amores.
força.
http://palavrassemjeito.blogspot.com